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Recordes da Libertadores

Depois da final da Libertadores desta quarta-feira, veja os recordes dessa competição. São Paulo aparece em alguns

Listamos abaixo os recordes da Libertadores; mais títulos, mais vitórias, mais participações…o São Paulo tem muito mais recordes na competição continental.

Confira no post abaixo:

Maior campeão: Argentina Independiente com 7 títulos. No Brasil, São Paulo, SFC e Grêmio possuem 3 conquistas cada.


Campeões invictos: Bandera de Argentina Estudiantes ( 1969 e 1970), Bandera de Uruguay Peñarol (1960), Bandera de Brasil Santos (1963), Bandera de Argentina Independiente (1964), Bandera de Argentina Boca Juniors (1978) e Bandera de Brasil SCCP (2012).


Mais vice-campeonatos: Uruguai Peñarol – 5 vezes (1962, 1965, 1970, 1983 e 2011). No Brasil, o São Paulo tem 3 vice.


Mais finais: Uruguai Peñarol e Argentina Boca Juniors – 10 vezes. No Brasil, o São Paulo é o que tem mais aparições em finais: 6


Mais participações: Uruguai Nacional e Uruguai Peñarol com ambos 44 participações. No Brasil, é o São Paulo, 18.


Melhor campanha na fase de grupos: Argentina Boca Juniors (2015) – 18 pontos em seis jogos, e 17 gols de saldo. No Brasil, o Vasco também fez 18 pontos, mas com saldo positivo de 11 gols.


Pior campanha na fase de grupos: Venezuela Zamora (2015) – 0 pontos, 21 gols sofridos e saldo de -18.


Campeão com melhor aproveitamento: Brasil Cruzeiro, quando venceu a edição de 1976 com 88,46% de aproveitamento (13 jogos, 11 vitórias, 1 empate e 1 derrota).


Campeão com pior aproveitamento: Equador LDU, quando venceu a edição de 2008 com 47,61% de aproveitamento (14 jogos, 5 vitórias, 5 empates e 4 derrotas).


Mais partidas disputadas: Uruguai Nacional, com 359 partidas. No Brasil, o São Paulo tem 181 jogos no torneio continental.


Mais vitórias: Uruguai Peñarol, com 154. No Brasil, o São Paulo é o time que tem mais: 90.


Mais vitórias consecutivas: Brasil Vasco da Gama, com 8 vitórias (1998).


Mais empates: Uruguai Nacional, com 98 empates. No Brasil, o São Paulo foi o que mais empatou, 42.


Mais derrotas: Uruguai Peñarol, com 114. No Brasil, foi o São Paulo: 49 derrotas.


Mais gols feitos: Uruguai Peñarol, marcou 510 gols. No Brasil, o São Paulo foi o que mais marcou, 280.


Mais gols sofridos: Uruguai Nacionaal, tomou 399 gols. No Brasil, quem mais tomou gols foi o SEP, 177.


Maior série invicta em um só torneio: Brasil SCCP em 2012. Foram 14 jogos, com 8 vitórias e 6 empates.


Maior série invicta como mandante: Brasil São Paulo: 30 jogos. Entre 04/06/87 e 08/03/2006. Derrota para Guadalajara em 05/04/2006.


Mais tempo sem perder: Brasil São Paulo, 11 jogos, com 10 vitórias e 1 empate. Entre 30/03/74 e 15/10/74. Derrota para Argentina Independiente em 16/10/74.


Maior público em uma única partida: México Cruz Azul 3 x 0 Argentina River Plate. Foram 114.500 torcedores. no Estádio Azteca na Cidade do México na partida de volta das quartas-de-finais em 30 de Maio de 2001. No Brasil, o recorde é nosso. São Paulo x Newell’s Old Boys, 105.185.


Maior média de público em uma edição: Brasil São Paulo, em 2004. O tricolor levou 56.103 torcedores em média, na edição que foi eliminado na semifinal, para o Once Caldas, que sagrava-se campeão do torneio ao vencer o Boca Juniors, na final.


Mais vitórias como visitantes em uma única edição: Peru Universitario do Peru (1967), Argentina Racing Club(1967), Uruguai Nacional (1967), Brasil SEP (1968), Argentina Boca Juniors (2001) e México América (2002) com 5.


Mais vitórias como visitantes: Uruguai Nacional (53).


Partida com mais gols já registrada: Uruguai Peñarol 11 x 2 Venezuela Valencia, em 15 de março de 1970.


Maior goleada já registrada em uma partida válida pela final: Brasil São Paulo 5 x 1 Chile Universidad Católica, em 19 de maio de 1993. Brasil São Paulo 4 x 0 Brasil Atlético-PR.


Clube que mais sofreu expulsões: México América – em 8 partidas recebeu 10 cartões vermelhos.


Clubes que mais vezes tiveram o artilheiro da competição: Uruguai Peñarol e São Paulo: 7 – Toninho 1972 (6), Pedro Rocha e Terto 1974 (7), Palinha 1992 (7), Luis Fabiano 2004 (8), Aloísio 2006 (5) e Jonathan Calleri 2016 (9).


País que mais teve clubes participantes: Brasil, até a edição de 2017, 28 equipes diferentes já disputaram a Libertadores.


País com mais títulos: Argentina, com 23 títulos.


País com maior diversidade de campeões: Brasil, 10 times.


Países que nunca tiveram um campeão: Bolívia, México, Peru e Venezuela.


Jogador com mais títulos. Bandera de Argentina Francisco Sá (6). 4 com o Independiente (1972, 1973, 1974, 1975) e duas com o Boca Juniors (1977 y 1978).


Jugador con más finales disputadas. Bandera de Argentina Francisco Sá com (7). Quatro com o Independiente (1972, 1973, 1974, 1975) e três com o Boca Juniors (1977, 1978 y 1979).


Máximo goleador em um torneio: Bandera de Argentina Daniel Onega, 17 gols en 1966 com o River Plate.


Jogador com maior número de jogos disputados: Bandera de Uruguay Ever Hugo Almeida, 113, já no Brasil, Rogério Cenidisputou 90 partidas.


Jogador com mais gols em uma partido: Bandera de Argentina Juan Carlos Sánchez marcou 6 gols na vitória por 8 a 0 do Blooming contra o Deportivo Italia, 1985.


Jogador com mais gols em um único jogo de finais: Bandera de Brasil Thiago Neves (3) com o Fluminense em 2008.


Máximo artilheiro da Copa Libertadores: Bandera de Ecuador Alberto Spencer com 54 gols (48 no Peñarol e 6 pelo Barcelona).


Maior artilheiro em uma única edição: Argentina Daniel Onega, com 17 gols marcados em 1966, pelo River Plate da Argentina.


Autor do gol mais rápido: Bandera de Perú Félix Suárez, aos 6 segundos, no jogo entre Alianza Lima 3-0 Santa Fe, por la Copa Libertadores 1976.


Goleiro com mais gols na competição: Bandera de Brasil Rogério Ceni: 13 gols entre 11 de fevereiro de 2004 e 17 de abril de 2013.


Treinador que mais chegou a final da Copa Libertadores: Argentina Carlos Bianchi (6 vezes) – Vélez Sársfield (1994) e Boca Juniors (2000, 2001, 2003, 2004 e 2012).


Treinador mais vitorioso: Argentina Carlos Bianchi, venceu a competição 4 vezes – 1 no Vélez Sársfield (1994) e 3 pelo Boca Juniors (2000, 2001 e 2003).


Fonte: Conmebol
Foto: Divulgação